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Frequentadores do Parque da Maturidade aprendem a arte do origami

Uma manhã diferente foi proporcionada para os frequentadores do Parque da Maturidade, ligado à Secretaria da Família, no dia 7 de junho, com uma divertida oficina de origami. Atividade esta que ajuda na concentração, coordenação motora, memorização e sociabilização.

Os objetos para essa arte são, claro, o papel, que pode ser sulfite, um cartão de banco para auxiliar no vinco e atenção para acompanhar cada detalhe explicado pelo professor Jorge Ferreira, que faz origamis há 19 anos.

Infinitas possibilidades

Origami, originário da cultura japonesa, é a arte de fazer dobras geométricas com o papel, criando um universo infinito de possibilidades, tais como animais, flores, personagens, objetos, dentre outros.

“As pessoas perdem horas no celular. E se essa concentração fosse dedicada ao origami ou outra atividade edificante? O tempo seria melhor aproveitado e a prática acaba se tornando terapêutica”, prega Jorge.

Geometria do amor

“O cateto oposto tem que estar paralelo, e o cateto adjacente tem que estar perpendicular à tangente da bissetriz da hipotenusa”, brinca o professor de origami ao ensinar um pouco de geometria nas técnicas de dobra para criar um coração, aproveitando que a oficina foi ministrada dias antes do Dia dos Namorados, celebrado em 12 de junho.

Expectativa

As alunas relatam que a cada dobra fica uma expectativa quanto ao que aquilo vai se transformar.

“Isso daqui é uma novidade pra gente e estou amando. A gente se distrai e fica imaginado o que vai surgir com a dobradura. Teria que ter mais oficinas”, disse Josefina Angelotto, de 70 anos.

Já Corina Machado de Souza, de 71 anos, achou um pouco difícil e ao mesmo tempo desafiador. “Você vai tentando adivinhar o que esse papel irá se transformar. Pensei que isso seria uma flor ou balão, mas virou um coração. É difícil, mas é bom e ao mesmo tempo é divertido”, conta.

A aposentada Lídia da Paz Monteiro, de 77 anos, lembrou da época da escola. “Eu fazia origami no tempo no ginásio, estou achando ótimo. A gente trabalha a mente, a articulação dos dedos. Acebei tendo saudosas lembranças”, comenta.

Crédito da foto: Jaqueline Duarte/Secom

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