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índio guarani do Sítio do Sol pinta rosto de aluno da escola Dagmar Ribas

Estudo da cultura indígena é atividade de alunos da Fieb

índio guarani do Sítio do Sol pinta rosto de aluno da escola Dagmar RibasNo intuito de conhecer e discutir conceitos sobre a cultura indígena, alunos da 6ª série do Ensino Fundamental da escola Dagmar Ribas, unidade da Fieb do Jardim Maria Cristina, visitaram o Sítio do Sol, em Cabreúva (SP). O estudo do meio ocorreu em 12 de junho e serviu como forma de complementar as atividades e discussões realizadas em sala de aula.

Durante a visita, os alunos conheceram e tiraram dúvidas sobre várias questões relacionadas aos indígenas brasileiros e suas diferentes etnias. Houve oficinas variadas, dentre elas, Língua Guarani e artesanato, nas quais os estudantes vivenciaram um pouco da cultura.

Na caminhada pela mata, puderam aprender como se realiza a captura de animais e a relação dos indígenas com o meio ambiente. Também foi apresentada oficina de plantas medicinais para as crianças conhecerem as diferentes espécies e o seu devido uso. Na oficina de Língua Guarani, conheceram as vogais, consoantes e as palavras mais usuais. Ainda puderam participar de brincadeiras e danças, além de aprender o manejo do arco e flecha.

índio guarani do Sítio do Sol palestra para alunos da escola Dagmar RibasEntre os pontos de discussão, os participantes debateram sobre a importância do papel do indígena na formação da sociedade e a sua contribuição nas áreas sociais, econômicas e políticas do Brasil.

Reação dos alunos
A visita foi um importante aprendizado sobre a cultura, como contou a aluna Maria Eduarda Zitelli. “O que eu achei mais interessante foram os rituais dos índios Guaranis, principalmente, o treinamento para guerreiros, em que tínhamos que desviar de um bastão que colocaram a nossa frente para que pulássemos ou abaixássemos”, detalhou.

índio guarani do Sítio do Sol ensina aluno da escola Dagmar Ribas a manusear um arco e flechaJá o aluno Lucas Gafanhão dos Santos fez elogios às iguarias gastronômicas e também não escondeu a empolgação de manejar um instrumento típico. “Conhecemos sobre as suas culturas, suas comidas típicas, que por sua vez, são muito boas. Também aprendi a atirar com arco e flecha, gostei muito porque nunca havia atirado. Achei interessante a língua Guarani, pois imaginei que eles falassem somente o português”, afirmou.

Sobre a aldeia
A aldeia está num espaço de 10.000 metros quadrados, junto à Serra do Japi, contendo várias construções típicas indígenas, de várias etnias, decoradas com artesanatos, onde, se desenvolvem todas as atividades. O conteúdo temático foi todo desenvolvido a partir de pesquisas em ampla bibliografia e relatos dos próprios índios.

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