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O governador de São Paulo, Márcio França, com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, em visita a LAAD Security – Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa, no Transamérica Expo (Foto: Governo do Estado de São Paulo)

Márcio França autoriza entrada de SP em pacto interestadual de Segurança Pública

Em sua primeira agenda oficial sobre o tema da segurança, governador assinou acordo de cooperação para o combate ao crime além das fronteiras estaduais

O governador de São Paulo, Márcio França, com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, em visita a LAAD Security – Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa, no Transamérica Expo (Foto: Governo do Estado de São Paulo)
O governador Márcio França assinou nesta terça-feira (10) acordo de cooperação para que São Paulo passe a integrar o Pacto Integrador de Segurança Pública Interestadual. Em sua primeira agenda oficial sobre o tema, França participou da Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa (LAAD Security), na capital paulista, onde também se reuniu com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.

O Pacto Integrador de Segurança Pública é um acordo de cooperação entre a União, Distrito Federal e os Estados do Acre, Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Tocantins e, agora, São Paulo para união de esforços no combate ao crime. “A criminalidade não tem fronteiras”, afirmou o governador, ao tratar da importância dessa integração.

França ressaltou que uma das ferramentas cujos dados São Paulo poderá compartilhar é o Detecta, sistema de monitoramento da criminalidade da Secretaria da Segurança Pública paulista que constitui hoje o maior banco de dados da América Latina.

O documento prevê atuação conjunta dos signatários em operações policiais e a integração do serviço de Inteligência de seus órgãos de Segurança Pública. O pacto se divide em três grandes áreas: estratégica, tática e operacional. “O pacto elimina a necessidade de convênios com outros Estados cada vez que é preciso colaboração para solução de crimes. Ou seja, eliminamos a morosidade”, explicou.

A estrutura permite que representantes de todos os Estados façam parte dos comitês e subcomitês, executando as ações de forma compartilhada. Dessa maneira as forças policiais conseguem atuar além das fronteiras de seus Estados, de forma a combater o tráfico de drogas e de armas, o roubo de veículos e de cargas e os assaltos a instituições financeiras.

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