Ruy Koike, 54 anos, é formado em educação física e praticante de karatê há 36 anos, 20 dos quais destinados ao ensino em Barueri. É 5º dan, coordenador técnico de artes marciais do Barueri Esporte Forte, instrutor, examinador e árbitro internacional. Além disso, faz parte das comissões da Federação Paulista e da Confederação Brasileira de Karatê Tradicional e da Japan Karatê Association do Brasil.
Ministra cursos e seminários no interior de São Paulo, nos estados do Paraná e de Goiás e presta assessoria técnica a atletas de vários estados brasileiros. Recentemente foi aprovado como árbitro internacional classe B e em seguida foi participar de uma reciclagem em Brasília. “A vida é feita de início, meio e reinício. E assim é o aprimoramento, ele é feito de ciclos e etapas”, ensina.
Ele esteve no Japão em 2014 participando de um campeonato mundial e aproveitou a estada para se aprimorar. Foi aprovado como instrutor e pretende retornar em 2020 por ocasião da Olimpíada em Tóquio, quando o karatê será incluído como esporte demonstração. “A vida é um constante processo evolutivo. Não podemos parar de aprender. Hoje a informação é um bem mais precioso que o dinheiro, mas que se desvaloriza rapidamente, portanto a busca pelo conhecimento precisa ser constante para continuarmos evoluindo”, declara em tom professoral.
A agenda do mestre Koike tem muitas atividades neste ano, mas destaca-se o Festival de Artes Marciais (judô, karatê, jiu-jítsu, taekwondo, kung fu e capoeira), que ele está ajudando a organizar e acontece no Ginásio José Corrêa (em 29 de julho), e o Campeonato Sul-Americano de Karatê, em Lima, no Peru, onde atuará como árbitro internacional classe B pela primeira vez. “Classe A só daqui a dois anos”, aguarda.


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