Cerca de 30% dos educadores sentem limitações por problemas na voz e mais de 60% já sofreram algum problema do tipo

Com a necessidade de falar durante todo o dia para ensinar os alunos, os professores estão sujeitos a problemas na voz e precisam de cuidados para evitar este dano. É o que alerta o vereador de Itapevi Professor Rafael (Podemos). Ele enviou um requerimento para a prefeitura para que a gestão estude um programa que atenda os docentes e oriente para que eles não tenham disfonia.
Os números apontam este risco. De acordo com um estudo epidemiológico do Centro de Estudos da Voz, 30,3% dos professores sentem limitações por causa de problemas de voz, enquanto a questão atinge apenas 5% de profissionais de outras áreas.
Além disso, 63% dos educadores entrevistados responderam que já tiveram em algum momento dificuldades e 16% pensam até na possibilidade de mudar de profissão por conta do desgaste.
“A falta de treinamento vocal e o conjunto de condições desfavoráveis do ensino, são fatores que predispõem a tal problema”, avalia Rafael.
Ele aponta que programas de conscientização e treinamento podem ajudar os docentes a evitar a situação e pede para que a prefeitura analise a possibilidade.
“A promoção de saúde vocal, por meio de ações de orientação e treinamento, e a ação do tratamento das disfonias com objetivo de construir novos comportamentos vocais, são maneiras eficientes e preventivas aos cuidados da saúde da voz”, completa.
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